Divulgação científica

A divulgação científica ocupa lugar importante na trajetória de Maria Ester Rodrigues. Além da produção acadêmica formal, ela tem atuado na circulação pública do conhecimento em Psicologia, Educação, Análise do Comportamento, Autismo, Inclusão escolar e Problemas de aprendizagem.

Iniciativas

Participou de iniciativas voltadas à aproximação entre ciência, formação profissional e cotidiano. Esses espaços contribuíram para tornar temas técnicos mais acessíveis a estudantes, professores, psicólogos e demais interessados.

Entrevistas e lives

Participou de entrevistas, lives, programas e materiais de comunicação sobre temas como Transtorno do Espectro Autista, Autismo na vida adulta, Problemas de aprendizagem, Bullying em atividades esportivas, Educação de crianças e adolescentes, Depressão, Agressividade e Análise do Comportamento.

Entrevista

Programa em Foco

Entrevista focada nas dificuldades e problemas de aprendizagem e em como as contribuições da Psicologia podem auxiliar no ambiente escolar e na formação docente.

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Live

Nepen: Mitos acerca da Análise do Comportamento e Behaviorismo

Participação em mesa-redonda discutindo os mitos e preconceitos relacionados ao behaviorismo, tema central das pesquisas e livros publicados pela professora.

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TEA/AUTISMO, ciência e experiência.

A trajetória de Maria Ester Rodrigues também é atravessada pelo compromisso com uma educação que reconheça singularidades, combata reducionismos e leve a inclusão a sério.

Sua atuação nos estudos sobre TEA/autismo articula formação acadêmica, pesquisa, prática docente e orientação de trabalhos científicos. Esse percurso permite uma leitura sensível e fundamentada sobre os desafios enfrentados por pessoas autistas, famílias, professores e instituições escolares.

Ao abordar especificamente o TEA, Maria Ester defende uma compreensão que una ciência, ética e respeito à dignidade humana. Para ela, falar de TEA/autismo, escola e formação docente é também defender o direito de aprender, participar e existir com dignidade.

Sua experiência contribui para uma perspectiva que valoriza práticas baseadas em evidências, mas também atentas às histórias concretas das pessoas, às barreiras impostas pelos contextos e à necessidade de construir ambientes educacionais e organizacionais mais acessíveis, responsáveis e humanos.